Símbolos da Reciclagem: Guia Completo (♻ e Códigos 1–7)
Entenda o símbolo de reciclagem (três setas), os códigos de resina 1 a 7, a diferença entre símbolo e cor da lixeira e como ler rótulos de embalagens no Brasil.
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Guia dos símbolos da reciclagem
Do triângulo de setas ao número no fundo da garrafa — traduza símbolos em descarte correto. Complementa cores da coleta seletiva e materiais recicláveis.
O que significa o símbolo de reciclagem?
O símbolo de reciclagem (três setas em forma de triângulo, laço de Möbius) indica que o material pode ser reprocessado — não garante que sua cidade colete aquele fluxo. No plástico, o número de 1 a 7 dentro do triângulo identifica o tipo de resina, não a cor da lixeira.
As três setas significam que posso reciclar?
Não necessariamente. O triângulo de setas é um símbolo internacional de reciclabilidade potencial. Para descartar em casa, siga as cores da coleta seletiva do seu município — azul (papel), vermelho (plástico), verde (vidro), amarelo (metal).
O que são os códigos 1 a 7 no plástico?
São códigos de identificação de resina (RIC): 1 PET, 2 PEAD, 3 PVC, 4 PEBD, 5 PP, 6 PS, 7 outros. Ajudam a indústria a separar polímeros; no descarte doméstico, a maioria vai à lixeira de plástico se estiver limpa.
Qual a diferença entre símbolo e cor da lixeira?
O símbolo na embalagem informa composição e reciclabilidade técnica. A cor da lixeira orienta o descarte prático no Brasil. Um plástico com ♻ e número 1 ainda precisa ir ao fluxo vermelho (ou amarelo, conforme o município), não ao azul.
Reciclável é o mesmo que biodegradável?
Não. Reciclável pode virar matéria-prima nova em fábrica. Biodegradável decompõe na natureza em condições específicas — muitas vezes não na lixeira comum. Não jogue sacola “biodegradável” no reciclável sem ler o rótulo.
Introdução: símbolos da reciclagem no dia a dia
Os símbolos da reciclagem aparecem em embalagens de alimentos, cosméticos, eletrônicos e papelão — triângulos de setas, números dentro do plástico, pictogramas de vidro ou metal e selos de compostabilidade. Eles formam uma linguagem visual global que conecta o consumidor à economia circular, mas também geram dúvidas: “Se tem o símbolo verde, posso jogar em qualquer lixeira?”
Este guia da Aglobal explica o que cada símbolo significa, como interpretar rótulos no Brasil, a diferença entre símbolo e cor da coleta seletiva e como usar essa informação em condomínios, empresas e escolas. Complementa coleta seletiva, materiais recicláveis e o que é reciclagem.
Por que importa: confundir símbolo com destino correto aumenta contaminação — garrafa PET no papel, sacola suja no plástico, embalagem compostável no reciclável. Material mal separado perde valor na cooperativa e pode ir ao aterro mesmo com ♻ estampado na tampa.
Para quem é: moradores que querem descartar certo, síndicos e gestores de facilities que montam campanhas, professores de educação ambiental e compradores que avaliam fornecedores com metas ESG.
O que são símbolos da reciclagem
Símbolos da reciclagem são marcas gráficas padronizadas que comunicam informação sobre materiais, reciclabilidade, destinação ou responsabilidade do fabricante. Não substituem legislação municipal — complementam a decisão do consumidor na hora do descarte.
Tipos principais
- Símbolo universal (Möbius) — três setas curvas; reciclabilidade genérica
- Código de resina (1–7) — identificação do polímero em plásticos
- Pictogramas de material — vidro, metal, papel (menos universais)
- Selos de compostabilidade — EN 13432, ASTM D6400, certificações locais
- Símbolos de logística reversa — pilhas, lâmpadas, eletrônicos, óleo
- Instruções de descarte — “descarte no lixo comum”, “não descartar no esgoto”
No Brasil, a PNRS exige segregação e responsabilidade compartilhada; símbolos em embalagens seguem normas técnicas e práticas de mercado — o descarte efetivo depende da infraestrutura local descrita em como funciona a reciclagem.
História dos símbolos de reciclagem
O ícone mais reconhecido — o triângulo de três setas — nasceu de um concurso nos Estados Unidos em 1970, no contexto do primeiro Dia da Terra e da crescente consciência ambiental pós-industrial.
Gary Anderson, estudante de arquitetura, venceu o concurso da Container Corporation of America com o desenho inspirado no laço de Möbius (faixa contínua com uma só face). A ideia: representar ciclo fechado — produto usado vira matéria-prima de novo produto.
Nos anos 1980, a Society of the Plastics Industry (hoje Plastics Industry Association) padronizou os códigos 1 a 7 para identificar resinas em embalagens plásticas — facilitando triagem industrial, não o descarte doméstico.
No Brasil, campanhas municipais de coleta seletiva (Curitiba, São Paulo) popularizaram cores nas lixeiras em paralelo aos símbolos internacionais nas embalagens — dois sistemas que convivem e às vezes se confundem.
Símbolo universal de reciclagem (três setas)
O símbolo universal de reciclagem mostra três setas perseguindo-se em triângulo. Variantes comuns:
- Contorno vazio — reciclabilidade potencial; não afirma que todo município coleta
- Preenchido / sólido — às vezes usado em campanhas para “recicle agora”; significado depende do contexto do rótulo
- Com porcentagem — indica fração de material reciclado pós-consumo na embalagem (ex.: “50% PCR”)
Mito frequente: “Tem o triângulo, então é reciclável na minha cidade.” Realidade: o símbolo indica que o material pode ser reprocessado em condições industriais adequadas. Vidro temperado, papel engordurado ou plástico multilaminado podem exibir símbolos genéricos e ainda assim ser rejeito local.
Na prática doméstica, combine o símbolo com a lista de materiais recicláveis aceitos pela sua prefeitura ou cooperativa.
Símbolos vs. cores da coleta seletiva
Dois sistemas paralelos operam no Brasil:
| Aspecto | Símbolo na embalagem | Cor da lixeira |
|---|---|---|
| Onde aparece | Rótulo, fundo da garrafa, tampa | Corpo ou tampa do recipiente de coleta |
| Função | Informar composição e reciclabilidade técnica | Orientar descarte no dia a dia |
| Quem define | Fabricante, normas internacionais, ABNT | Município, empresa ou condomínio (com base local) |
| Exemplo | ♻ + “PET 1” na garrafa | Lixeira vermelha para plástico |
Campanhas eficazes traduzem símbolos em cores: cartaz na copa mostra garrafa PET com setas + seta apontando para lixeira vermelha. Veja o hub cores da coleta seletiva e guias por material: azul, vermelho, verde, amarelo.
Símbolo → lixeira sugerida
Códigos de resina plástica (1 a 7)
Os códigos de identificação de resina (RIC — Resin Identification Code) aparecem dentro do triângulo de setas no fundo de potes, garrafas e tampas. Foram criados para a indústria de reciclagem, não para o consumidor escolher lixeira — mas ajudam a entender o que está na mão.
| Código | Sigla | Nome | Exemplos | Reciclagem comum | Lixeira (padrão BR) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | PET | Polietileno tereftalato | Garrafa de água, refrigerante, óleo | Alta — garrafa rPET | Vermelho (plástico) |
| 2 | PEAD / HDPE | Polietileno de alta densidade | Galão de detergente, shampoo, leite | Alta em centros urbanos | Vermelho (plástico) |
| 3 | PVC | Policloreto de vinila | Tubos, algumas embalagens rígidas | Limitada — poucos recicladores | Vermelho ou rejeito local |
| 4 | PEBD / LDPE | Polietileno de baixa densidade | Sacolas, filme stretch, sachês | Variável — filme limpo em algumas cidades | Vermelho ou ecoponto específico |
| 5 | PP | Polipropileno | Potes de iogurte, tampas, potes margarina | Média — crescendo com demanda | Vermelho (plástico) |
| 6 | PS | Poliestireno | Isopor (EPS), copos descartáveis | Isopor: muitas vezes rejeito; PS rígido: variável | Cinza (rejeito) ou coleta especial |
| 7 | OUTROS | Outras resinas ou misturas | Garrafa “sem BPA”, multilaminados, PLA | Baixa — depende do polímero real | Consultar prefeitura |
Dica prática: enxágue embalagens de códigos 1, 2 e 5 antes do descarte — símbolo + material limpo = maior chance de reciclagem efetiva. Isopor (PS expandido) raramente entra na coleta doméstica; confira materiais não recicláveis.
Guia detalhado por código de resina
Além da tabela, cada código merece atenção específica na hora de separar embalagens do supermercado, do refeitório corporativo ou da copa do condomínio.
Código 1 — PET
O PET é o polímero mais reciclado do fluxo doméstico brasileiro. Garrafas de água, refrigerante, suco e alguns óleos comestíveis carregam ♻ com “1” no fundo. Após consumo, retire o rótulo se for facilmente removível, esvazie completamente, enxágue e amasse para reduzir volume na lixeira vermelha ou no container de plástico na garagem.
Não confunda: embalagens PET multicamadas (alguns sucos longa vida) podem ter barreira de alumínio — em cidades sem triagem avançada, podem ser rejeito. Tampas podem ser PP (código 5) — separar melhora a qualidade do lote na cooperativa.
Destino industrial: garrafa rPET, fibra para tecido, bandeja termoformada. Demanda alta mantém o PET como “ouro azul” das cooperativas — material limpo tem valor de mercado estável.
Código 2 — PEAD
O PEAD (HDPE) aparece em galões de detergente, shampoo, água sanitária, leite e cosméticos. É rígido, opaco ou semitransparente, resistente a químicos. Lave o interior para remover resíduos — embalagem com produto seco ou líquido residual contamina o fluxo.
Galões grandes podem ir inteiros ao container de plástico na área de resíduos do condomínio; em apartamentos, amasse se possível. Alguns municípios aceitam apenas garrafas PET na coleta porta a porta e exigem ecoponto para PEAD volumoso — confirme localmente.
Código 3 — PVC
O PVC está em tubulações, alguns blisteres farmacêuticos e embalagens rígidas específicas. A reciclagem pós-consumo de PVC é limitada no Brasil — poucas plantas processam volume significativo de embalagens misturadas ao fluxo doméstico.
Na dúvida, consulte a prefeitura antes de incluir PVC no vermelho. Nunca queime PVC — libera cloro e compostos tóxicos. Descarte correto de PVC industrial segue normas de resíduos perigosos ou classe II conforme NBR 10004.
Código 4 — PEBD
O PEBD (LDPE) domina embalagens flexíveis: sacolas de supermercado, filme stretch, sachês, embalagens de pão. É o código que mais gera dúvida — muitas cidades ainda não coletam filme plástico na porta a porta.
Regra prática: sacola limpa e seca pode ir ao ecoponto de plástico filme onde existir; sacola com restos de comida ou líquido vai ao cinza (rejeito). Supermercados costumam ter coletores de sacola — alternativa à coleta doméstica.
Código 5 — PP
O polipropileno está em potes de iogurte, margarina, molhos, tampas de garrafa e copos rígidos reutilizáveis. Aceito na maioria dos fluxos de plástico urbanos quando limpo. Enxágue restos de laticínios — gordura e proteína causam odor e contaminação microbiológica na triagem.
Empresas com refeitório devem esvaziar potes antes do descarte e considerar container com tampa na área de resíduos para reduzir proliferação de insetos entre coletas.
Código 6 — PS
O poliestireno divide-se em PS rígido (copos, bandejas) e EPS expandido (isopor). Copos e bandejas de PS rígido têm reciclagem variável; isopor é frequentemente rejeito na coleta doméstica por baixa densidade e alto custo logístico por quilo reciclado.
Algumas cidades mantêm ecopontos sazonais para isopor de eletrodomésticos; copo descartável de festa costuma ir ao cinza. Não amasse isopor dentro do saco de plástico reciclável — contamina o lote inteiro.
Código 7 — Outros
O código 7 agrupa resinas não listadas, misturas e polímeros especiais: policarbonato, nylon, PLA (compostável), multilaminados (Tetra Pak e similares têm logística própria em algumas regiões). A presença de ♻ com 7 não garante reciclabilidade local.
Tetra Pak e embalagens multicamada: alguns municípios e cooperativas aceitam em ecopontos específicos — verifique campanhas locais. Na ausência de coleta, descarte conforme orientação municipal (muitas vezes rejeito).
Símbolos internacionais e comparação
Embalagens importadas podem trazer símbolos europeus ou norte-americanos que não se aplicam ao Brasil:
| Símbolo | Origem / uso | Significado real | No Brasil |
|---|---|---|---|
| ♻ Möbius | Internacional | Reciclabilidade potencial | Use com cores da coleta seletiva local |
| 1–7 RIC | EUA / global | Tipo de resina plástica | Válido para identificar polímero |
| Green Dot | Europa | Licenciamento de sistema de reciclagem | Não indica reciclável aqui |
| Seedling / OK compost | UE / ASTM | Compostabilidade industrial | Exige composteira — não vai ao plástico |
| WEEE (eletrônicos) | Europa | Logística reversa eletroeletrônicos | Similar à PNRS — pontos de retorno |
| Tidyman | Internacional | Descarte no lixo | Civismo — não é reciclagem |
Compradores corporativos que importam embalagens devem revisar rótulos antes de campanhas internas — traduzir símbolos estrangeiros evita que colaboradores descartem incorretamente em programas de coleta seletiva empresarial.
Decodificador de código de resina
Símbolos no Brasil: embalagens e normas
No mercado brasileiro, embalagens costumam reunir várias marcas: símbolo Möbius, código de resina, instrução “descarte consciente”, selo de reciclável em português e, em alguns casos, referência a normas ABNT.
A ABNT NBR 13220 (embalagens — requisitos para comunicação ambiental) e normas correlatas orientam como informar reciclabilidade sem induzir o consumidor ao erro. Fabricantes devem evitar “greenwashing” — símbolo genérico em material não reciclável localmente.
Ponto verde (Green Dot): símbolo europeu que indica contribuição financeira do fabricante a sistemas de reciclagem na UE — não significa que a embalagem é reciclável nem que existe coleta equivalente no Brasil. Ao ver o “ponto verde” em importados, ignore para fins de descarte doméstico.
Instruções em português: desde 2020, regras de rotulagem ambiental reforçam clareza. Procure frases como “após o uso, descarte na coleta seletiva de plásticos” ou “não reciclável” — mais confiáveis que o triângulo sozinho.
Rotulagem ambiental e responsabilidade do fabricante
Fabricantes e importadores devem comunicar de forma clara se a embalagem é reciclável, compostável ou rejeito — sem induzir o consumidor ao erro. Símbolos genéricos em materiais multilaminados ou sujos são alvo de fiscalização e críticas de ONGs de consumo sustentável.
Para gestores de compras B2B, incluir critérios de rotulagem clara no edital de fornecedores reduz passivo reputacional e facilita treinamento de segregação nas unidades operacionais.
Outros símbolos comuns em embalagens
Vidro
Garrafas de vidro podem trazer pictograma de frasco ou menção “vidro” — descarte na lixeira verde. Louças, espelhos e vidro temperado não usam o mesmo fluxo.
Metal
Latas de alumínio e aço frequentemente são reconhecíveis sem símbolo — vão ao amarelo (ou vermelho em municípios com fluxo unificado). Pilhas e baterias têm símbolos de perigo e vão à logística reversa.
Papel e papelão
Símbolo de folha ou “papel” em caixas de e-commerce — lixeira azul se seco e sem gordura. Papel plastificado ou engordurado: rejeito.
Compostável e biodegradável
Selos como “compostável” (semente estilizada) indicam decomposição em compostagem industrial — não confundir com reciclável. Sacolas PLA compostáveis não vão ao plástico comum; sem composteira municipal, podem ser rejeito.
Tidyman (homem jogando lixo)
Pictograma de descarte correto no lixo — pedido de civismo, não indica reciclagem.
Logística reversa
Eletrônicos, lâmpadas, pneus, óleo lubrificante e agrotóxicos têm símbolos e pontos de retorno obrigatórios pela PNRS — nunca na coleta seletiva colorida doméstica.
Como ler rótulos e embalagens
Passo a passo para o consumidor consciente:
- Identifique o material principal — plástico, vidro, metal, papel ou mistura
- Procure o código 1–7 se for plástico rígido
- Leia instrução textual — prevalece sobre símbolo genérico
- Verifique se está limpo e seco — símbolo não compensa embalagem suja
- Consulte o município — especialmente para códigos 4, 6 e 7
- Descarte na cor correta — use o comparador acima ou cartaz do condomínio
Mitos e erros sobre símbolos
- “♻ = posso jogar em qualquer lixeira colorida” — Falso. Cada material tem fluxo.
- “Código 7 sempre é reciclável” — Falso. “Outros” inclui misturas difíceis.
- “Biodegradável vai no marrom” — Depende. Muitos precisam de compostagem industrial.
- “Ponto verde = reciclável no Brasil” — Falso. É sistema europeu de licenciamento.
- “Sem símbolo não recicla” — Falso. Latas e garrafas comuns reciclam mesmo sem marca.
- “Tampa e garrafa sempre juntas” — Separe se forem materiais diferentes quando possível.
Símbolos em escolas, empresas e condomínios
Traduzir símbolos em ação reduz contaminação mais que cartazes genéricos com apenas o triângulo verde.
Escolas
Atividades com embalagens reais: alunos classificam por código 1–7 e associam à cor da lixeira da escola. Integração com educação ambiental e coleta seletiva em escolas.
Empresas
Treinamento de onboarding com amostras de resíduos do refeitório e escritório. Cartazes na copa com símbolo + foto da lixeira interna. Indicadores ESG documentam desvio de aterro — veja coleta seletiva em empresas.
Condomínios
Assembleia com cartilha visual: “o que significa o número no fundo da garrafa”. Alinhar símbolos às cores dos containers na garagem. Guia condomínios.
Exemplos de campanhas com símbolos
Condomínio — Campinas (120 unidades)
Problema: moradores confundiam ♻ com “qualquer lixeira colorida”. Solução: cartilha com foto de embalagem + código + seta para container na garagem. Resultado: contaminação do papel caiu de 18% para 7% em seis meses.
Indústria alimentícia — interior de SP
Problema: embalagens importadas com Green Dot geravam descarte errado no refeitório. Solução: adesivos em português sobre cada lixeira com exemplos de códigos 1 e 5. Resultado: aumento de 12% no volume de plástico limpo vendido à recicladora.
Escola municipal — Recife
Problema: alunos jogavam isopor (6) no vermelho. Solução: oficina com embalagens reais e jogo de associação código → cor. Resultado: redução visível de isopor no container de plástico após três meses.
Símbolos e redução de contaminação
Traduzir símbolos corretamente impacta diretamente o índice de contaminação — meta saudável abaixo de 10% por fluxo em programas maduros.
- Campanha “número no fundo” — foco em códigos 1, 2 e 5 na copa
- Proibido ♻ sem contexto — cartazes mostram embalagem real, não só triângulo verde
- Auditoria semanal — zeladoria registra erros frequentes (pizza no azul, isopor no vermelho)
- Feedback — mural com “erro da semana” educativo, não punitivo
- Integração com cores — mesmo padrão interno e externo (containers = lixeiras internas)
Material bem identificado na origem chega à cooperativa com valor — papelão OCC limpo, PET transparente e alumínio amassado são os exemplos mais sensíveis à educação sobre símbolos.
Equipamentos e sinalização alinhados aos símbolos
Lixeiras e containers devem reforçar a ponte símbolo → cor:
- Lixeiras coloridas com adesivo pictograma + nome do material — lixeiras para coleta seletiva
- Containers PEAD pigmentados na cor do fluxo — container para recicláveis
- Totens na área de resíduos com amostras de embalagens e setas
- QR code para este guia na garagem ou copa
A Aglobal fornece lixeiras e containers codificados por cor para condomínios, empresas e instituições — alinhados ao padrão municipal após diagnóstico.
Mapa do cluster coleta seletiva
Este guia integra o cluster coleta seletiva junto com cores, materiais e implantação:
- Coleta seletiva — guia pilar
- Cores da coleta seletiva
- Materiais recicláveis
- Como implantar coleta seletiva
- Checklist de implantação
- Centro de Conhecimento
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Perguntas frequentes
O que significa o símbolo de reciclagem?
O triângulo de três setas (laço de Möbius) indica que o material pode ser reprocessado em condições industriais adequadas — não garante coleta na sua cidade. No plástico, o número 1 a 7 identifica o tipo de resina.
As três setas significam que posso reciclar em casa?
Não necessariamente. O símbolo indica reciclabilidade potencial. Para descartar, siga as cores da coleta seletiva do seu município e a lista de materiais aceitos localmente.
O que são os códigos 1 a 7 no plástico?
Códigos de identificação de resina (RIC): 1 PET, 2 PEAD, 3 PVC, 4 PEBD, 5 PP, 6 PS, 7 outros. Ajudam a indústria a separar polímeros; no descarte doméstico, a maioria vai ao fluxo de plástico se limpa.
PET é qual número?
Código 1 — polietileno tereftalato. Garrafas de água, refrigerante e suco. Descarte na lixeira de plástico (vermelho no padrão mais comum), enxaguada.
Qual a diferença entre símbolo e cor da lixeira?
O símbolo na embalagem informa composição e reciclabilidade técnica. A cor da lixeira orienta o descarte prático no Brasil — são sistemas complementares.
Reciclável é o mesmo que biodegradável?
Não. Reciclável vira matéria-prima em fábrica. Biodegradável decompõe em condições específicas — muitas vezes não na lixeira comum. Leia sempre o rótulo.
O que é o ponto verde (Green Dot)?
Símbolo europeu de licenciamento ambiental — indica contribuição do fabricante a sistemas de reciclagem na UE. Não significa reciclável no Brasil.
Isopor tem qual código?
Geralmente código 6 (PS — poliestireno). A maioria dos municípios não coleta isopor na coleta doméstica — vai ao rejeito ou ecoponto específico.
Garrafa sem símbolo pode reciclar?
Sim. Latas e garrafas comuns de PET ou vidro reciclam mesmo sem marca — identifique o material e use a lixeira colorida correta.
O símbolo garante que minha cidade coleta?
Não. A infraestrutura varia por município. Consulte a prefeitura ou cooperativa — especialmente para códigos 4, 6 e 7.
Tampa e garrafa vão juntas?
Ideal separar quando são materiais diferentes (ex.: tampa PP e garrafa PET). Amassar garrafa PET economiza espaço.
Como ler rótulo de embalagem?
Identifique o material, procure código 1–7 se plástico, leia instrução em português, enxágue se necessário e descarte na cor correta da coleta seletiva local.
Qual símbolo do vidro?
Pictograma de frasco ou menção “vidro”. Só vidro de embalagem vai ao verde — louças e espelhos são rejeito.
Pilhas têm símbolo de reciclagem?
Pilhas têm símbolos de perigo e logística reversa — nunca na coleta seletiva doméstica. Leve a pontos de retorno em lojas ou ecopontos.
Como ensinar símbolos em escolas?
Use embalagens reais, associe código 1–7 à cor da lixeira da escola e integre com educação ambiental e coleta seletiva prática.
Empresas devem sinalizar símbolos?
Campanhas internas que traduzem símbolos em cores das lixeiras reduzem contaminação e apoiam metas ESG e PGRS.
Quem criou o símbolo de três setas?
Gary Anderson venceu concurso nos EUA em 1970, inspirado no laço de Möbius — representando ciclo fechado de materiais.
Código 7 é sempre reciclável?
Não. “Outros” inclui misturas e polímeros especiais (multilaminados, PLA) com baixa reciclagem local — confirme com o município.
Sacola plástica vai em qual lixeira?
Sacolas limpas: vermelho ou ecoponto em algumas cidades. Sacola suja de comida: rejeito (cinza). Código 4 (PEBD).
Onde comprar lixeiras para coleta seletiva?
A Aglobal Distribuidora oferece lixeiras e containers codificados por cor, alinhados ao padrão municipal do cliente.