Coleta seletiva como meio prático da Gestão Integrada de Resíduos Sociais


Publicado em 28/10/2015

Estudo realizado pela Abrelpe – Associação Brasileira das Empresas de Limpeza e Resíduos Especiais - evidencia que o aumento da quantidade de lixo não é proporcional à coleta seletiva. Outro dado acerca do tratamento de lixo no país, publicado pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que as cidades com planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, o qual a coleta seletiva é feita por meio de parcerias com cooperativas e catadores, recicla-se mais de 20% dos resíduos sólidos.

Ambos os índices denunciam dois fatores: a necessidade de intensificar a coleta seletiva em todo o país e a importância de parcerias com catadores e cooperativas. Esse cenário abre espaço para a prática da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, ou seja, entender o lixo desde a sua concepção até seu destino, bem como a participação dos diversos setores sociais diante desse ciclo sob uma perspectiva sustentável. 
Gestão Integrada do resíduo requer pensar na participação de diversos campos da sociedade quanto ao destino do lixo. A responsabilidade cai sobre os diversos setores como governo, setor formal, informal e privado, ONGs, catadores, enfim, todos passam a ser responsáveis pelo lixo.

Intensificar a coleta seletiva é reconhecer o papel dos agentes sociais e a importância deles perante o desenvolvimento sustentável. Além de ser meio de sustento para muitos, a coleta seletiva também permite por em prática as leis.



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