Lixo hospitalar requer rigorosa e específica coleta seletiva


Publicado em 28/10/2015

Cerca de 40% das cidades do Brasil não destinam corretamente o lixo hospitalar. Não fazer a correta coleta seletiva desses materiais pode acarretar na contaminação de doenças dos catadores de lixo, bem como o não reaproveitamento de outros resíduos devido ao contato, além de poluir o meio ambiente. De acordo com as regras sanitárias, o lixo hospitalar deve passar por uma rigorosa coleta seletiva, dividindo o lixo em classes.

Há a separação de resíduos infectantes como seringas, agulhas e outros hemoderivados; materiais radioativos e os produzidos nas residências. A coleta seletiva do lixo hospitalar deve ser feita pelo próprio hospital, considerando alto grau de risco diante a sua exposição.

Devida à extrema importância que a coleta seletiva exerce sobre o lixo hospitalar, o governo criou o Sistema Nacional de Informações sobre Gestão dos Resíduos Sólidos. A plataforma reúne informações sobre o lixo hospitalar produzido no país, como a destinação monitorada e fiscalizada. Entretanto, materiais hospitalares também estão presentes nas residências, por isso a importância de se atentar quanto a essa específica coleta seletiva.

Após o uso de uma seringa, por exemplo, descarte as agulhas em recipientes rígidos, como alumínio. Identifique o recipiente e quando esse estiver cheio entregue a um posto de saúde ou farmácia municipal. Seguindo esses passos a coleta seletiva garantirá o correto destino do lixo.



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